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Analítica do Sentido
Dulce Mára Critelli

Editora Brasiliense

Qual o modo fenomenológico de se abordar e tratar o real? A autora procura responder a esta questão configurando o que se chama de uma "articulação metodológica", na exclusão de um único método, e estruturando não um instrumental preciso a ser aplicado, mas uma orientação para o olhar que quiser se aventurar nessa empreitada.

Em Martin Heidegger e Hannah Arendt são buscados parâmetros para a realização desta tarefa e, com isso, não é apenas um "olhar fenomenológico" que vai sendo delineado, mas mais precisamente um "olhar fonomenológico-existencial". Algo que vai ganhando visibilidade através de um constante confronto com o modo característico de pensar o Ocidente, ao qual Heidegger nomeia metafísico, cuja origem remonta Platão e Aristóteles e no qual a modernidade se alimenta e estrutura.




Educação e Dominação Cultural - Tentativa de Reflexão Ontológica
Dulce Mára Critelli

Cortez Editora
Autores Associados

O entendimento das obras de Heidegger exige um salto para "fora", uma superação, da representatividade-sistêmica da ocidentalidade moderna.

Aceitando o convite/desafio de trilhar pela fenomenologia pelo filósofo exposta, fundamentando-se nesta maneira de refletir e pensar, Dulce Mára Critelli mergulhou no mundo da Educação, Cultura e Dominação buscando a resposta daquilo que é e como é.

Em seu trabalho procura iluminar o essencial, o esquecido nos problemas fundamentais e genuínos da educação, da cultura e da dominação; tornando-se, assim, a obra, uma aproximação ontológica que esclarece as características originais que possibilitam as várias maneiras de tornar manifesto o essencial desses três fenômenos.




Vida e Morte
Ensaios Fenomenológicos

Dulce Mára Critelli e outros

Companhia Ilimitada

Ensaios fenomenológicos sobre Vida e Morte visam ir ao encontro de dois temas prementes para o ser humano e que, na vivência hodierna, surgem como dois pólos de luta que se confrontam na trama da existência.

De alguma maneira, a Psicologia de hoje, ao passar pelo clima existencial de nossa época, não pode mais ficar restrita a um âmbito especializado de conhecimento. Ela sobre os abalos que permeiam a existência do homem concreto e se defronta com os problemas que este vive no cotidiano.

Quais, então, os subsídios que a Psicologia fornece para o ser humano clarificar seu movimento de busca de sentido e de vida e de que maneira a Morte, como destino e horizonte da Vida, também pode ser a fonte inovadora de uma existência?




Vida, Morte e Destino
Dulce Mára Critelli e outros

Companhia Ilimitada

Vida, Morte e Destino continua a temática da publicação anterior do Centro de Estudos Fenomenológicos de São Paulo, Vida e Morte, ampliada agora com mais um tema, o do Destino. Este, embora implícito em Vida-Morte, merece maior atenção e destaque neste momento, na medida em que a Fenomenologia nos propicia uma nova reflexão sobre aquilo que para nós pode, num plano imediato, surgir como trágico. Mas, primordialmente, nosso destino é a morte, e a morte é um fim natural. Donde vem, pois, esta visão trágica? Talvez se deva ao fato de sermos apanhados desprevenidos. O Destino é como um alheio que nos apanha sem nós querermos, isto é, o que nós vivemos num plano ingênuo. Ao determo-nos na questão do Destino, saímos da ingenuidade, da inocência do desconhecimento e entramos num outro plano de convivência, onde surge a pergunta: como respondemos ao que se nos depara? - ou, formalizando em termos existenciais: como podemos ser responsáveis pela nossa existência no confronto Vida-Morte?

Nossa preocupação em Vida, Morte e Destino foi "abrir mão" da fenomenologia para que ela aconteça. Assim, reunimos testemunhos de autores de diferentes linhas, sem pretender dar um caráter teórico ou de conhecimento no sentido específico às colocações. Deste modo os participantes escolheram livremente o caminho para ir ao encontro desses temas, conforme sua Formação e/ou sua inspiração.

Edson Olivari de Castro
Maria Fernanda S. F. Beirão




O Uno e o Múltiplo nas Relações entre as Áreas do Saber
Dulce Mára Critelli, Maria Lucia Rodrigues e Salma Tannus Muchail

Cortez Editora
Educ

A tensão entre o encanto e o desencanto, aquilo que une e o que separa e desagrega, o que reúne e o que sobra dessa (re)união, o que é cenário, representação do real, e o cotidiano fragmentário de nossas ações, constitui hoje questão que abala e desafia nossa tradição de compreender modelarmente o mundo e nossa crença nas grandes soluções para os problemas da humanidade.

O fórum "O uno e o múltiplo nas relações entre as áreas do saber" trouxe para estas questões reflexões de fundo com os diferentes aspectos sob os quais podem ser abordadas. Nesta coletânea delineiam-se variadas óticas na aproximação dos subtemas que orientaram as exposições em quatro Mesas: Perspectivas Conceituais, Conhecimento da Verdade e Exercício do Poder, Representação e Cotidiano e Relações entre as Áreas do Saber.

Bernardete Gatti




O Caminho Fenomenológico do Fazer: Transcendendo as Lógicas; Trabalho
Luigino Valentini

Companhia Ilimitada

O autor, Prof. Dr. Luigino Valentini, tem o mérito de tornar visível o sentido das colocações de Husserl de uma maneira original e caracteristicamente fenomenológica. Tendo-se empenhado, durante largos anos, no estudo das obras de Husserl e elaborando trabalhos de reflexão que se detêm nos principais problemas inerentes ao pensar fenomenológico, abre-nos agora um caminho de acesso a este pensar, clarificando a proposta da Lógica Transcendental no contexto da análise do "vivido"de uma comunidade. Cada um dos temas aqui tratados é considerado em sua significação intrínseca, e, simultaneamente, é ressituado num confronto com as questões que permeiram o conhecimento filosófico, e cujas implicações se tornam visíveis.